quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Falando um pouco dos amores...

  Bem, eu estou de férias. Passei direto. Não tenho grandes novidades dês de então. Poderia contar sobre os filmes que assisti e as festas que fui e ainda vou, mas quero explicar algumas coisas antes. Coisas como os garotos que eu gostei. 
  Vamos pelo começo... O primeiro garoto que eu gostei, no segundo ano do fundamental, era o Mário. Eu fazia gravações e cartas pra ele, as quais nunca entreguei. Ainda não estudava no colégio que estou. Nós éramos amigos e eu o achava lindo (mas ele não era). Quando saí do colégio para entrar no que estou estudando agora, mandei uma mensagem pro seu Orkut - nós ainda usávamos ! - dizendo algo parecido com "eu gosto de você, e se você me zoar eu te bato, você sabe que bato!". Depois que ele viu a mensagem começou a se esconder de mim nas festas que íamos. 
   O segundo, foi o primeiro menino que reparei no colégio que ainda estou estudando. Eu gostava do Caio, apesar de nunca termos nos falado. Uns dois anos depois, na última semana dele na escola - eu já não gostava dele - nós viramos grandes amigos, melhores amigos até. Ele me chamava de "the best" e dizia que sentia saudades de estudar comigo. Mas eu não sei o que aconteceu, porque agora nós nem nos falamos. 
  O terceiro, e o mais importante, foi o Thiago. Nós nos odiávamos, de verdade. Eu pedia todos os disas que ele morresse atropelado ou coisas assim. Ele era um completo idiota, sempre fazendo piadinhas sobre mim. Qualquer coisas que eu fizesse recebia as críticas dele. Mas ele era o palhaço da turma, e eu sempre gostei de caras engraçados. Sempre gostei de sorrir. Acho que é a coisa que mais faço, mesmo sem estar feliz de fato. De qualquer jeito, comecei a gostar dele no quinto ano, depois que ele caiu de algum jeito da cadeira e começou a sangrar muito, e eu comecei a chorar muito e nós viramos melhores amigos, mesmo brigando o tempo todo. E no fim do ano ele me pediu desculpas por tudo que fez pra mim. No ano seguinte ele me deixou de lado. Nem falava de mim, nem comigo. Mas eu continuei apaixonada por ele pelo resto do ano. Hoje, com 14 anos, indo pro nono ano, ainda penso nele ás vezes. E ainda choro quando ele cai da cadeira. 

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